Os DIUs hormonais vão além de evitar a gravidez: ajudam no controle de sangramentos, cólicas, endometriose e adenomiose. Entenda como.

Quando se fala em DIU hormonal, a contracepção é apenas parte da história. Mirena e Kyleena têm efeitos diretos sobre o endométrio que os tornam aliados no tratamento de várias condições ginecológicas.
Controle do sangramento menstrual intenso
A liberação contínua de levonorgestrel torna o endométrio mais fino, o que reduz de forma significativa o volume do fluxo. Esse efeito é especialmente útil em casos de menorragia, ajudando inclusive a prevenir e tratar a anemia associada a sangramentos abundantes.
Alívio de cólicas e dor pélvica
Muitas usuárias relatam redução importante da dismenorreia após os primeiros meses de uso. Em quadros de endometriose e adenomiose, o DIU hormonal é frequentemente utilizado como parte do tratamento clínico para controlar a dor.
Proteção endometrial
O Mirena é utilizado no manejo da hiperplasia endometrial e como componente progestagênico da terapia de reposição hormonal, protegendo o endométrio durante o uso de estrogênio na menopausa.
Uma opção sem estrogênio
Por não conterem estrogênio, esses dispositivos não aumentam o risco de trombose venosa, o que amplia as possibilidades para mulheres com contraindicação aos contraceptivos combinados.
O que esperar nos primeiros meses
Sangramentos irregulares e escapes são comuns no período de adaptação, geralmente nos três a seis primeiros meses. Cólicas leves após a inserção também podem ocorrer. O acompanhamento ginecológico nesse intervalo é importante para ajustar expectativas e confirmar o bom posicionamento do dispositivo.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.
Agende sua consulta
Ginecologia, bem-estar e cuidado humanizado em um só lugar.



